sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
O Mundo dá Voltas
O mundo dá voltas. É incrível, e de certa forma triste, olhar para trás em minha vida e na vida de meus amigos e ver coisas que "certamente" eram da vontade de Deus, planos que seguramente eram abençoados, mas que hoje podemos ver que eram armadilhas. Essa é a parte triste, perceber como somos cegos e literalmente burros ao fazermos nossos planos e declará-los de maneira papal que eles são a vontade de Deus. Pedir a Deus que abençoe planos e atitudes que vão contra os princípios de Sua Palavra é como pedir que Ele negue a Sua verdade pelo nossa satisfação própria. Ou seja, idiotice nossa.
A parte incrível é novamente ver como a Palavra é verdadeira quando diz que "todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas no final, são caminhos de morte"(Pv 14.12; 16.2). É incrível ver que Deus realmente "tem cuidado de nós" e que "todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus" (1 Pe 5.7; Rm 8.28). É incrível ver que "as misericórdias do Senhor se renovam a cada manhã" (Lm 3.22-23) e só por causa disso não sou consumido pelo fogo. Saber que "o Senhor é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador; o meu Deus, a minha fortaleza, em quem confio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio" (Sl 18.2). Saber que há esperança para mim, um vil pecador, indigno dessa graça recebida. Que mesmo quando meus olhos se fecham e meu coração endurece, Tu, oh Senhor, me resgata e corrige meus caminhos.
Oh Pai, no fnal deste ano, te agradeço pelos planos frustrados, pois se eles sucederam dessa maneira, foi por que permitistes. Graças dou, Pai, pois neste ano, pelo menos grande parte dele, priorizei estar contigo às outras coisas. E Tu fizestes valer a Tua Palavra de que "todas as outras coisas me seriam acrescentadas." (Mt 6.33)
E quanto mais cresço, mais vejo que sou pequeno; quanto mais luz me cerca, mais vejo a escuridão em mim; quanto mais sarado, mais percebo ao quão profundas são minhas feridas e quanto cura ainda preciso; quanto mais amado, mais sou constrangido a amar; quanto mais perdoado, mais sou levado a perdoar. Porque tamanha graça me foi concedida, devo partilhá-la, seja em palavras ou em ações, para que o mundo veja que Tu és Deus.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Plano da Salvação - 3 de 5

Seu amor foi maior. Deus continua Seu plano perfeito enviando Seu filho para viver nesta Terra de maneira santa, o primeiro a não transgredir a lei em nenhum ponto, dar o exemplo e ser morto na cruz em expiação por nossos pecados.
“A gravidade de um crime é medida comparando-a com a dignidade de contra quem você peca. Tem gente que acha que 70 anos de pecado não mereciam uma eternidade no inferno. Por exemplo, se você vê o seu filho esmagando uma formiga no seu quintal, você não vai se importar. Mas se você ver o seu filho esmagando gatos no seu quintal, você vai se importar. Por que pra você um gato é mais importante do que uma formiga. Se você ver alguém esmagando o seu filho no seu quintal, você vai se importar muito mais por que, pra você, seu filho é muito mais importante que um gato. Sabe o que nós esmagamos com o nosso pecado? A glória do Deus infinito. Se você ver alguém matando formigas, você não vai ligar. Se você ver alguém matando gatos, talvez ele seja parado pela polícia, mas isso é besteira. Se você ver alguém matando o seu filho, essa pessoa será presa por muito tempo. Se alguém for pego por Deus pisando a glória Dele, essa pessoa precisará pagar por isso - e isso é eterno. Isto é para sempre, por que a glória de Deus é muito valiosa.”
Quem disse isso foi Yago Martins, um jovem brasileiro de 18 anos do Nordeste. Ele, mesmo sendo jovem, já percebeu o que Cristo fez na cruz. Jesus veio perdoar os que não deveriam ser perdoados.
“Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.
Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.
Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos.
Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.”
O negócio era o seguinte, alguém tinha que pagar, alguém tinha que morrer. Essa era a dívida da humanidade com Deus. A gravidade de um crime é medida comparando-a com a dignidade de contra quem você peca. Nós pecamos contra o Deus Altíssimo, nós merecemos o inferno para sempre. É simples, não precisa ser muito inteligente para compreender. Nós deveríamos pagar com nossas vidas. A regra era morrermos; eu, você e você também!
Mas o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele. No famoso momento do Getsamani, onde Jesus suou sangue, Ele orou “dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua” (Lc 22:42 ; Mc 14:36 ; Mt 26:39). Este cálice seria derramado sobre a cabeça de Jesus. Tem gente que diz que este cálice representava o sofrimento da cruz ou a dor dos cravos e dos espinhos ou até mesmo da lança que O transpassou. Mas na verdade neste cálice havia a Ira de Deus e ele foi derramado sobre Jesus. Isaías profetizou sobre isso: “Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado...” (Isaías 53:10). Agradou moê-lo.
Imagine que você tenha uma conta no bar do colégio. Então, em um mês, você consegue a proeza de gastar 150 trilhões de reais. Não me pergunte como, mas você chegou nessa quantia impagável para um ser humano. Não sei nem se tem tanto dinheiro no mundo. Aí imagine que o dono do bar te dá um ano pra você tentar juntar dinheiro. Você vai lá, se mata de trabalhar, ajuda o pai, a mãe, trabalha de madrugada, vira vigia e junta todo o dinheiro que você conseguiu. Daí depois de um ano, você volta e coloca 1 milhão de reais na mesa do dono do bar. Caraca quanto dinheiro! Um milhão de reais é muito e você se sente orgulhoso por ter conseguido tanto! Mas aí você se lembra, a dívida era de 150 trilhões. Um milhão é muito pouco. Então o dono do bar vira e fala: “Garoto(a), faça assim, vá falar com meu filho, nós conversamos e ele concordou em pagar a dívida para você, para que assim você pudesse continuar aqui.”
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Essa é uma passagem que todos nós deveríamos ter na ponta da língua. É este amor que nos salva; é este amor que nos transforma; é este amor que nos da alegria de viver, que nos faz perseverar em meio ao sofrimento, que nos santifica, que nos purifica, que nos completa e acaba com a amargura. É esse amor que falta no coração das pessoas do mundo; é esse amor que elas procuram em tantas outras coisas como diheiro, sexo, bebida, drogas, poder, sucesso. Mas elas não entendem que o único que pode acabar com o vazio no coração delas é Deus, que materializou Seu amor por nós em Cristo Jesus. Precisamos entender que Deus não cobra nada de nós. Não! Ele nos aceita do jeito que somos. “O que vem a mim, de maneira nenhuma lançarei fora.” (Jo 6:37). É algo sobrenatural. Ele nos aceita, nos dá descanso, renova-nos, tranforma-nos, vivifica-nos.
E o que Ele quer ter conosco é um relacionamento pessoal. Deus não quer somente falar comigo, ou com os líderes e o pastor. Deus quer falar com cada um, Ele se importa com cada um. O Salmo 139 é uma prova disso. Lá Deus diz que nos conheceu quando nós éramos ainda substancia informe no ventre de nossas mães. Ele conhece a cada um de nós e deseja ter um relacionamento pessoal.
Brennan Manning¹ diz que, ao chegarmos no julgamento, Deus fará apenas uma pergunta a nós: Você creu que eu lhe amava, que eu lhe desejei, que eu lhe aguardei dia após dia, que eu ansiava por ouvir o som da sua voz? Os verdadeiros crentes dirão: Sim, Senhor Jesus, eu cri no Seu amor e eu procurei moldar minha vida como resposta a este amor. Mas de nós, mesmo dentro da igreja dirão: Bem, na verdade não nunca acreditei, ouvi sim uns maravilhosos sermões e ensinamentos sobre Seu amor. Eu até mesmo dei alguns estudos sobre ele, mas eu sempre achei que era um jeito de falar, uma mentirinha amável. É isso que diferencia o verdadeiro crente do crente nominal, aquele que só vai na igreja e não vive um relacionamento diário com Cristo. Se você está em dúvida se já sentiu e conheceu o amor de Deus, preste atenção nesta ilustração que Paul Washer nos traz. Imagine que o GABS² ainda não começou, imagine que nós tivessemos nos atrasado por que eu não estava aqui. Pra variar, o cara que vai dar a palavra não está aí. Então de repente eu apareço correndo, ofegante. Então nós começamos. Eu começo a explicar pra vocês o motivo do meu atraso: Bem pessoal, eu estava vindo aqui pra PIB³, meio atrasado já, correndo. Então eu fui atravessar a Rio Branco, mas eu deixei minha bíblia cair no meio da rua, então eu me abaixei para pegá-la, só que, quando eu levantei, eu vi que tinha um daqueles caminhões de mudança cheinho descendo o morro na minha direção e PÁ! Passou por cima de mim! E é por isso que eu me atrasei um pouco. Vocês iriam olhar para mim e dizer: “Mas o Dani, se um caminhão passou por cima de você, você deveria estar no mínimo todo torto!”
É exatamente isso. Se você se encontra com o amor de Deus é como se um caminhão te atropelasse, é impossível você ser o mesmo. Depois de um encontro com o amor de Deus você é transformado para sempre. Esse é o teste que devemos fazer para saber se conhecemos o amor de Deus.
É esse o amor materializado na cruz. Mas, como disse Paulo, “se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.” ( 1 Co 15:17)
¹- Brennan Manning - Você crê que Ele te ama?
²- Grupo de Adolescentes Buscando a Santidade
³- Primeira Igreja Batista de Florianópolis
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Plano da Salvação - 2 de 5

Qual havia sido a ordem de Deus? “E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás”(Gn 2:16-17).
O pecado entrou no Jardim Do Éden. Todo mundo conhece a história, de como a serpente, que era o diabo, foi falar com Eva, falando que se ela comesse do fruto, eles seriam iguais a Deus. O orgulho, vaidade, sede de poder. Querer ser igual a Deus, o mesmo erro de Lúcifer, o anjo que quis ser igual ao Altíssimo. Pra quem não sabe, Lúcifer é o diabo. Nesta passagem fica evidente os pecados que mulheres e homens mais tem dificuldades: para as mulheres, a vaidade; para os homens, a omissão.
Russel Moore diz: “Aqueles familiarizados com a história cristã sabem que o pecado humano original trouxe uma sentença de morte. O que muitas vezes não se nota é que essa pena de morte foi radicalmente graciosa. Após se juntar à serpente em sua rebelião contra Deus, o homem e a mulher estavam espiritualmente separados da vida com Deus. Eles foram mortos. Deus os exilou fora do Jardim do Éden não porque ele era maldoso com eles, mas para levá-los para longe do meio designado para manter as suas vidas, a Árvore da Vida. Deus enviou a humanidade pecadora para fora do santuário já que “não se deve, pois, permitir que ele tome também do fruto da árvore da vida e o coma, e viva para sempre” (Gênesis 3.22).”
“Ele é a Rocha, cuja obra é perfeita, porque todos os seus caminhos justos são; Deus é a verdade, e não há nele injustiça; justo e reto é.” (Dt 32:4). A partir deste momento, um abismo foi aberto entre o homem e Deus. Este abismo se chama pecado e ele impede aquele relacionamento que era o objetivo de Deus no início. A partir daí, o homem não poderia se relacionar com Deus diretamente, a não ser que ele fosse santo dos pecados, ou seja, separado do pecado.
Essa é a história do Antigo Testamento, Deus separando pessoas para Ele, para que fossem Seus representantes na Terra. Estes foram os patriarcas (Abraão, Isaque, Jacó e outros) e os profetas (Samuel, Isaías, Jeremias, Ezequiel e outros) e sacerdotes. Estas pessoas se relacionavam com Deus e depois passavam ao povo a Palavra de Deus. Estar na presença de Deus era uma exclusividade, era praticamente uma zona VIP. O homem não podia se relacionar diretamente com Deus. Se nós voltarmos, isso não é compatível com o objetivo que Deus criou o homem.
Mas o plano de Deus é perfeito como vimos e Ele já sabia o que fazer, pois nado O pega desprevinido. Mas antes de passarmos para o próximo ponto, precisamos esclarecer uma coisa.
No Antigo Testamento, Deus enviou a lei através de Moisés e essa lei seriviria para santificar o homem, ou seja, coisas que ele não deveria fazer, caso contrário, seria considerado impuro ou com pecado. Isso seria um caminho da salvação do homem pelas obras.
Mas não foi bem isso o que aconteceu:
“Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só.
A sua garganta é um sepulcro aberto; Com as suas línguas tratam enganosamente; Peçonha de áspides está debaixo de seus lábios;
Cuja boca está cheia de maldição e amargura. Os seus pés são ligeiros para derramar sangue. Em seus caminhos há destruição e miséria; E não conheceram o caminho da paz. Não há temor de Deus diante de seus olhos.”
Romanos 3:10-18
A lei veio para que o homem soubesse que ele é pecador (Rm 3:20). A lei serviria para mostrar ao homem que sem Deus, Ele não conseguiria obedecer a lei. Para que assim, o homem obedecesse por amor a Deus, não por obrigação moral.
Ai que está o ponto que o mundo não entende, o homem sozinho não pode se salvar. Até as nossas melhores obras são como trapos de imundícia perante o Senhor (Is 64:6). No livro “A Cabana”, o autor diz o seguinte: “às vezes nós achamos que Deus é nós , só que melhorado tudo dez vezes. Por exemplo: a minha bondade vezes 10 é igual a bondade de Deus.” Mas ai que está, isto não é verdade. Deus não é um homem melhorado, Deus é Deus. Quando Deus foi falar com Moisés para que ele fosse ao Egito falar com o faraó, Moisés perguntou a Deus: “OK, mas o que eu digo para o povo quando perguntarem quem mandou esta mensagem?”. Vocês sabem o que Deus respondeu? “E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.” (Ex 3:14).
Quando Deus disse que Ele era o que era, Ele estava dizendo a Moisés: “Moisés, nenhuma palavra do seu Aurélio pode descrever realmente quem eu sou. Eu sou o que sou.” Deus é completamente santo, completamente justo, misericordioso, poderoso, soberano, gracioso. Definir Deus é inconcebível a nossas mentes, nós somos limitados demais para isso. Deus está além de tudo o que poderíamos dizer. Tudo que existe de bom em nós, vem Dele. Não é algo natural à nossa natureza. Se você vê alguma qualidade neste mundo sem Deus, não se engane, ela é um pecado disfarçado. Não pode existir nada de bom se Deus não estiver lá.
Muitas vezes a gente pensa: ”Mas eu nem sou tão mal assim!” Uma coisa que Deus tem me mostrado é que eu tenho a tendência de achar que eu peco só às vezes. Mas não é isso que a Palavra mostra:
“..., e tudo o que não é de fé é pecado;”
Romanos 14:23
A gente precisa entender que, enquanto não nos rendermos completamente a Cristo e nos arrependermos de nossos pecados, tudo o que nós fazemos, TUDO, até nosso mero respirar, é pecado contra Deus. Por que o que é o pecado? Pecado é rebeldia contra Deus. Na essência, todos os nossos pecados apontam para uma afirmação: Eu prefiro viver minha vida do meu modo do que do modo que Deus tem para mim. Em sua essência, isso é o pecado, dizer a Deus que eu sou mais esperto e sei como viver minha vida melhor.
“E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.”
Gênesis 6:5
“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”
Romanos 3:23
Para o homem não havia mais salvação, nós estávamos condenados, sem saída. Mas Deus não permitiu isso, e nós sabemos quem Ele enviou.
sábado, 18 de dezembro de 2010
O Plano da Salvação - 1 de 5
Bem, antes de existir tudo, Deus existia. Ele estava lá, Ele sempre esteve. Lá estavam o Pai, o Filho e o Espírito Santo em um união perfeita, completa em amor; unidos como um. Algumas pessoas acham que quando Deus estava neste princípio, Ele sentiu falta de alguma coisa (adoração, companhia) e por isso criou o homem, mas isso é uma mentira. Deus não estava sozinho por causa do profundo relacionamento da Trindade e Ele não é um egomaníaco que necessita do nosso louvor e adoração. A união entre a Trindade é perfeita e suficiente nela mesma, não necesseita de mais nada para ser perfeita. Deus se basta Nele mesmo. Em Jó 15:15, Jó diz: “Nem os céus são tão santos como Tu!”
Mas isso levanta uma pergunta: Por que Deus criou o homem então? Em uma conversa que tive com amigos meus em uma reunião de final de semana, nós debatemos sobre esse assunto e creio que Deus estava lá conosco e nos guiou a isto. Imagine esta metáfora: um casal está completamente apaixonado, o amor entre eles é tão maravilhoso que eles pensam: “Vamos compartilhar este amor!”. E então eles tem um filho. Este filho irá compartilhar do amor que os pais dele tem, se relacionando com eles. De uma maneira muito mais maravilhosa, a Trindade, em Seu amor perfeito, cria o homem com o objetivo de compartilhar deste amor através de um relacionamento real, pessoal e amoroso do homem com seu Criador. E assim, Seu nome seria glorificado.
Então Deus criou tudo o que há neste mundo e não o abondonou, como muitas pessoas pensam, mas ficou aqui a fim de se relacionar com o homem. A Evolução diz que isto não aconteceu, que a vida se originou a partir de uma “sopa nutritiva” que, com o passar de milhões de anos, grandes mudanças de temperatura e instabilidade molecular, deu origem a uma forma de vida simplíssima que evoluiu até nós hoje. Sinceramente, a lógica da minha cabeça não aceita esta ideia. Imagine uma célula humana e todas as suas organelas e suas atividades. É incrível a complexidade dela. E eles pegam e me dizem que isto é mera obra do acaso? É como se um relógio tivesse sido jogado para cima, todo desmontado, e caído no chão perfeitamente montado e funcionando.
Mas voltando, Deus criou o universo, a Terra e tudo que nela há; criou o homem imortal e sem pecado, para que se relaciona-se com ele e compartilhasse do Seu amor e o homem glorificasse ao Seu nome. Mas o que aconteceu?
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Parem de Tentar Salvar a Igreja!
A história me voltou à mente ao reler um dos livros que arrumava em minha biblioteca. Um livro com análises sociológicas sobre a igreja, com várias receitas para salvá-la. Alguns dos temas versavam sobre “caminhos alternativos”, “reflexões e propostas”, “uma proposta para o futuro da igreja”, “novos paradigmas para viabilizar a igreja”, etc. Segundo os comentaristas, a igreja está doente, e seus judiciosos conselhos poderiam revitalizá-la. Queriam salvá-la. Lembrei-me quando cheguei ao Seminário do Sul, com 19 para 20 anos, e ouvia os veteranos conversarem sobre o futuro da igreja. O marxismo e o existencialismo avolumavam-se como uma onda. Era a época da teologia da morte de Deus, de Altizer, Hamilton, Adolphs, Van Buren, e a igreja estava para morrer. Um colega, bem incisivo, não dava dez anos para as igrejas fecharem as portas. Naquela época, era sinal de intelectualidade criticar a igreja e vaticinar seu fim. Hoje, além disso, parece ser sinal de espiritualidade. Ah, antes que me esqueça: o colega incisivo não está no ministério. Nem em alguma igreja local.
O final do século 20 e o início do século 21 mostraram a igreja em grande vigor, inclusive em lugares dados como morta. Aliás, a igreja de Cristo tem o estranho hábito de sepultar seus coveiros. Seus “salvadores” se perdem na poeira dos tempos, tornam-se nada, e ela segue sua jornada. Ela não precisa da salvação que afoitos escoteiros mirins lhe apresentam. Ela segue bem sem eles, e eles, na realidade, a atrapalham.
Falta bom senso a tais pessoas. Lembro-me de um jovem que, dizendo-se intelectual, apresentou-me algumas mudanças necessárias na igreja que eu pastoreava, para se tornar membro dela. Se tivéssemos sua visão, que era muito necessário para a igreja se arrumar e sobreviver, ele nos agraciaria sendo membro dela. Acho que ele se via como um presente de Deus à igreja. Como não estávamos tão desesperados assim, catando membros, disse-lhe que conseguiríamos sobreviver sem ele. Aquela igreja vai bem, e o jovem hoje não está em igreja alguma. Salvadores que não usam sua receita (e talvez se dessem mal com ela), mas, pior ainda, rejeitam a receita do Salvador, que tem mantido a igreja viva e vigorosa, em vinte e um séculos.
Esta visão dos escoteiros mirins da igreja parte do pressuposto, equivocado, de que ela é uma instituição meramente sociológica. Aplicando à igreja categorias de pensamentos seculares, eles querem adaptá-la aos novos tempos. Não entendem que a igreja é de origem divina, tem caráter sobrenatural, e que o que a mantém de pé é a presença do Espírito Santo que age nela, corpo de Cristo. E se ela se adaptar a novos tempos, estará sempre mudando sua forma e sua essência. Mudando sua essência, o conteúdo de sua pregação, deixará de ser igreja, embora mantenha o nome. Por exemplo: tendo deixado de ver as pessoas como pecadoras e sim como clientes por lisonjear, a igreja abandonou o conceito de pecado. Quase não se fala nele. Ele é desajuste, pressão social, outra coisa qualquer. Seu enfoque é psicológico, não bíblico. Em muitos aconselhamentos, a Psicologia tomou o lugar da Bíblia. Não é que Deus diz na sua Palavra, mas o que homens pecadores dizem com seus escritos. Uma cultura antropocêntrica colocou o foco do culto no homem: vencer, triunfar sobre as adversidades, enriquecer, ser feliz. Você ouve falar de santidade, do juízo final, sobre a volta de Jesus? Você tem ouvido sermões sobre a cruz? Você ouve falar de salvação pela graça, por meio da fé? Glorificar a Deus passou a ser gritar num culto. Vi isso num programa evangélico na televisão: “Glorifica mais alto, Fulano!”, pedia o animador do culto ao baterista. Glorificar a Deus é espancar a bateria?
Sei que são novos tempos, mas a adaptação da igreja aos tempos cria uma cultura curiosa: o bom culto é o animado, agitado, o barulhento, aquele onde a pessoa aculturada há tempos assim, se sente bem. Não é mais o que produz reflexão sobre a vida, sobre Deus, sobre a eternidade. Outro dia comentei com Meacir que toda vez que ligo a televisão, não importa o horário, encontro um canal com gente pulando e se remexendo. Ver televisão me cansa! Como tem gente pulando! Reflexo de uma cultura de expressão corporal, de agito, de barulho. Os sentidos são mais importantes que a razão. Isto migrou para a liturgia. A boa liturgia deve ser agitada, e inclusive o sermão deve ser agitado. Mas como há mandamentos neotestamentários exortando ao uso da razão, do pensamento, da análise! O fio de prumo deve ser cultural ou neotestamentário? Devo me preocupar com o conteúdo bíblico ou com a “salvação litúrgica” recomendada por alguém, sem a qual minha igreja morrerá? Fico com a orientação do autor da Bíblia, o Espírito Santo (2Pe 1.21) ou com a dos escoteiros mirins eclesiásticos?
Será que o que presenciamos é o que estava na mente de Jesus quando disse “edificarei a minha igreja”? Igreja é um lugar onde passamos momentos de catarse? Igreja é aonde vamos para nos sentirmos bem? Para sobreviver à igreja precisa de toda essa parafernália que está enriquecendo seus vendedores? Esses “salvadores” com suas fórmulas, modelos, estruturas, opções litúrgicas, não estarão se esquecendo do conteúdo da igreja? Que ela não é um ajuntamento social, mas o agrupamento dos salvos, com uma missão? Que sua finalidade não é promover entretenimento para as pessoas, mas anunciar todo o conselho de Deus? Que sua saúde e seu vigor dependem de Deus, do seu poder que opera nela, de sua fixação sobre o Cristo crucificado?
A igreja dispensa salvadores humanos e receitas sociológicas ou empresariais para viver. Ela é sobrenatural. Ela vive e sobrevive por ser o corpo de Cristo na terra. E não apenas a igreja universal ou um tipo de igreja abstrata, idealizada por muitos. A igreja local é corpo de Cristo. A expressão paulina “Ora, vós sois corpo de Cristo, e individualmente seus membros” (1Co 12.27) foi dirigida a uma igreja local, e não a uma comunidade etérea, vaporosa, conceitual, que muitos admiram, mas que não existe. Seu Senhor é aquele que diz de si mesmo: “Eu sou o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre! e tenho as chaves da morte e do inferno” (Ap 1.18). E ela está edificada sobre ele. Domingo passado, ao celebrar a ceia do Senhor com a igreja da qual sou servo, a Batista Central de Macapá, no Amapá, disse-lhe que aquele era o momento mais significativo da liturgia cristã, para mim. Era a certidão de nascimento da igreja. “Este cálice é o novo pacto em meu sangue, que é derramado por vós” (Lc 22.20). Deus fez um novo pacto com os homens, e ele está manifestado na igreja. Somos o povo do novo pacto. Ele foi firmado com o sangue de Cristo. A igreja nunca será extinta nem vencida. Ela nasceu na eternidade, no coração de Deus (Ef 1.4), irrompeu na história pelo ministério do mais fantástico vulto que a humanidade conheceu, Jesus de Nazaré, Deus-Homem, e foi pactuada entre Deus e os homens pelo sangue de Jesus. E, na meta-história, finda a história, e não houver mais nenhuma instituição humana, a igreja estará com o Senhor. A igreja universal é fantástica. A igreja local, expressão máxima da igreja militante, não é menos fantástica. Mesmo com tanto joio no meio do trigo, ela é de Jesus. O trigo vale à pena! É preciso ter cuidado para não trazermos mais joio para o trigal além daquele que o inimigo planta.
A igreja não precisa se adaptar a novos tempos nem de novas técnicas e modelos. Ela precisa viver o evangelho porque o poder é do evangelho (Rm 1.16), e não de formas ou modelos. Por exemplo, Jesus não tinha uma técnica para atrair pessoas. Ele pregava as boas-novas do reino. Corações que querem Deus se abrem para a mensagem de boas-novas. É diferente ter uma membresia atraída pela mensagem de Jesus e ter uma membresia atraída por um programa agradável. Um dia, esta parcela de atraídos por programas descobrirá que o mundo oferece mais, e irá atrás do mundo. Porque o mundo sabe oferecer entretenimento muito melhor que nós. E quem transforma o evangelho em entretenimento dará contas a Deus do que faz. Mas, a membresia que se rendeu ao evangelho de Jesus permanece. A igreja está sendo desfigurada e em alguns momentos ridicularizada por pessoas que a despem de sua grandeza e sua sobre naturalidade e insistem em métodos e receitas de marqueteiros para energizá-la. A energia da igreja vem do Espírito Santo, da comunhão com ele, do abandono do pecado, do aprofundamento nas Escrituras. Para triunfar, ela precisa apenas ser igreja. Isto é: depender da graça de Deus, ser espiritual, viver na presença dele, obedecer a sua palavra, cultivar bom relacionamento interno, viver ao pé da cruz, enfim. A igreja é espiritual e precisa de soluções espirituais. E estas estão prescritas na Palavra de Deus. A igreja precisa voltar a ser igreja e deixar de ser uma organização religiosa comandada por executivos espirituais e conselhos administrativos empresariais. Precisa ser igreja, nada mais que isso.
Por isso, deixem de tentar salvar a igreja. Cristo já fez isto e lhe outorgou vitória. Sirvam-na. Amem-na. Engajem-se nela. Isto basta, porque é Deus quem a faz crescer. “Eu plantei; Apolo regou; mas Deus deu o crescimento” (1Co 3.6). Por isso, Zezinho, Huguinho e Luisinho: menos afoiteza e mais serviço. Mais testemunho e mais evangelização. Mais investimento do tempo, emoções e bens. Sejam servos, e não salvadores. A igreja precisa de amantes e de servos, não de salvadores. Ela tem um: Ele. Isso basta.
Texto do Pastor Isaltino Gomes Coelho Filho
Texto retirado do blog do pastor Isaltino -http://www.isaltino.com.br/2010/08/parem-de-tentar-salvar-a-igreja/
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
FrienDay-GABS
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Amigo Supremo
sábado, 27 de novembro de 2010
Você O Representa
“Bem-aventurados serão vocês quando, por minha causa os insultarem, perseguirem e levantarem todo tipo de calúnia contra vocês… pois da mesma forma perseguiram os profetas que viveram antes de vocês”. (Mateus 5.11,12)
A Bíblia nos adverte contra “um interesse doentio por controvérsias” (1 Timóteo 6.4) e nos guia em direção à “sã doutrina de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Timóteo 6.3). Isso é claro e maravilhoso. Mas um foco claro em Cristo não nos afastará da controvérsia. É possível que te leve para lá.
Quando Jeus diz: “Ai de vocês, quando todos falarem bem de vocês”, ele não quis dizer que é errado ser popular. Ele quis dizer que é errado não ser profético. Seu “Ai” está sobre aqueles que viram suas costas às verdadeiras exigências do Evangelho ao invés de virar as costas às falsas exigências das pessoas.
Eu gostaria de dizer que se você exaltasse Cristo de uma maneira positiva e bíblica, todos te amarão. Mas, infelizmente, alguns se oporão a você, porque seus corações estão presos a outras paixões. Eles podem mesmo estar presos a temas bíblicos bons, porém secundários. Porém, se você permanecer na primazia de Cristo e submeter tudo mais a Cristo, algumas pessoas não te entenderão; elas terão “preocupações” a seu respeito, elas até te abandonarão. Eles apontarão para sua fraqueza, que são reais, e você as descobrirá por seus críticos. Mas suas fraquezas são secundárias à questão. A questão é o senhorio de Cristo somente. Ele é a controvérsia. Você está representando ele.
Quando o Senhor te leva a essa dificuldade, você sofrerá. Mas, lembre-se: ele está te salvando do “Ai” de Lucas 6.26 e te dando o “Bem-aventurado” de Mateus 5.11,12. Não importa o que os outros digam, Jesus está falando bem de você.
Texto de: Ray Ortlund
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Pensamentos sobre a Santidade
Santidade é algo que acompanha um cristão. É claro, a santificação é um processo, mas no coração do cristão deve haver um desejo por ela. As coisas que gostava, agora ele odeia; aquilo que fazia, agora repudia; o pecado que cometia, agora abomina; o pecador que odiava, agora ama. E nada, absolutamente nada, se comparacom aquilo que o verdadeiro cristão recebeu de Cristo: a verdadeira vida e em abundância. Por isso ele vive na ânsia de amar mais, doar mais, orar mais, adorar mais; ser mais bondoso, gentil, honesto, verdadeiro, fiel, íntegro, misericordioso, piedoso; ter mais auto-controle, domínio próprio, sabedoria, discernimento, mais do Espírito Santo, mais do amor de Deus e de Sua graça. Tudo assim a fim de que o Justo e Justificador seja glorificado, tanto na vida como na morte, na alegria e na tristeza, gozo e dor, sorriso e lágrimas.
Um Deus que não muda nossos vidas hoje é tão morto quanto uma fé sem obras. Este não é o Cristo apresentado nas Sagradas Escrituras: "Vinde a mim os que estão cansador, eu vos aliviarei" (Mt 11:28), "Peguem do meu fardo, pois ele é leve." (Mt 11:30). Jesus disse essas se referindo á mudança que Ele quer fazer em nossas vidas, mas essa mudança não se resume ao exterior, ao que temos ou como parecemos, mas é uma mudança que acontece num âmbito muito mais profundo. Acontece dentro de nós, quem nós somos, como pensamos e por que agimos. Adeus peso do pecado! Adeus culpa! Adeus velho homem! Não mais vivo eu, mas Cristo vive em mim, nova criatura sou e não há mais condenação sobre minha vida!
A Santidade é muito mais uma resposta, uma reação natural ao imerecido presente da graça de Deus do que uma obrigação imposta por um Deus tirano. Aquele que não entende a necessidade de uma santificação do coração, não entendeu a graça de Deus. Santificação é a resposta do homem que entende a graça de Deus, na verdade, o que a aceita. Mas entenda, é uma obra do Espírito Santo, Ele opera a mudança sobrenatural, mas o homem também tem seu papel em meio a isso. Cabe ao homem se examinar, orar, clamar por misericórdia de Deus, clamar pela ransformação do Espirito, resistir ao pecado até o sangue, fugir da tentação, se armar com a armadura de Deus, lutar o bom combate da fé e esperar no Senhor. Pois os ouvidos do Senhor estão atentos para ouvir àqueles que clamam, os que buscam de todo coração enquanto há tempo. Porque só Ele é capaz de tirar do lamaçal do pecado e dirmar na rocha, na pedra angular, que é Cristo, Rei dos reis, Senhor dos senhores. O qual toda lingua confessará como Senhor, para o qual todo joelho se dobrará e toda boca cantará: Santo, Santo, Santo!
Por que o que importa é isto: Cristo crucificado por nós, ressurreto dentro os mortos para nossa justificação e exaltado no céu para nossa glorificação. Por que aqueles que chamou, também os justificou e glorificou, os predestinou a serem conforme a imagem de Seu flilho. E isso se dá através da santificação.
"Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem SANTOS; sem santidade ninguém verá o Senhor." Hebreus 12:14
"Mas, assim como é SANTO aquele que os chamou, sejam SANTOS vocês também em tudo o que fizerem," 1 Pedro 1:15
"Pois eu sou o Senhor Deus de vocês; consagrem-se e sejam SANTOS, porque eu sou SANTO. Não se tornem impuros com qualquer animal que se move rente ao chão." Levítico 11:44
"Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, naçãos SANTA, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz." 1 Pedro 2:9
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
O Efeito Cascata da Palavra
Combine isto com as palavras de Paulo em Efésios 3.3-4: “Segundo uma revelação, me foi dado conhecer o mistério, conforme escrevi há pouco, resumidamente; pelo que, quando ledes, podeis compreender o meu discernimento do mistério de Cristo”. A igreja primitiva foi estabelecida pelos escritos dos apóstolos, bem como pela pregação deles. Deus resolveu enviar sua palavra viva ao mundo por trinta anos, e sua Palavra escrita, por dois mil anos. Pense sobre a intenção que estava por trás desta resolução divina. As pessoas, em cada geração, seriam dependentes daqueles que lêem. Algumas pessoas, se não todas, teriam de aprender a ler — e ler bem — para serem fiéis a Deus.
Assim tem sido por milhares de anos. Geração após geração tem lido as percepções de seus escritores. Esta é a razão por que novas afirmações de antigas verdades são continuamente necessárias. Sem elas, as pessoas lerão o erro. Daniel Webster disse:
Se livros religiosos não circularem amplamente entre as massas, neste país, não sei o que nos tornaremos como nação. Se a verdade não for difundida, o erro o será. Se Deus e sua Palavra não forem conhecidos e recebidos, o diabo e suas obras ganharão ascendência. Se os livros evangélicos não alcançarem cada vilarejo, as páginas de literatura corrupta e licenciosa alcançarão.
Milhões de pessoas se envolverão em leitura. Se não lerem livros cristãos contemporâneos, lerão livros seculares contemporâneos. Elas lerão. É admirável observar as pessoas em aeroportos. Somente nos aeroportos, em qualquer momento, existem centenas de pessoas lendo. Uma das coisas com a qual nós, crentes, precisamos estar comprometidos, além da leitura, é a atitude de dar livros espirituais àqueles que podem lê-los, mas não os compram.
O efeito cascata é incalculável. Considere esta ilustração:
Um livro escrito por Richard Sibbes, um dos mais seletos escritores puritanos, foi lido por Richard Baxter, que foi muito abençoado pelo livro. Depois, Baxter escreveu Um Apelo ao Não-Convertido, que influenciou profundamente Philip Doddridge, o qual, por sua vez, escreveu O Surgimento e o Progresso do Cristianismo na Alma. Este livro trouxe William Wilberforce, um político e inimigo da escravatura, a reflexões sérias sobre a eternidade. Wilberforce escreveu o seu Guia Prático do Cristianismo, que incendiou a alma de Leigh Richmond. Este, por sua vez, escreveu A Filha do Leiteiro, que trouxe milhares ao Senhor, ajudando, entre outros, Thomas Chalmers, o grande pregador.
Parece-me que, em uma cultura literária como a nossa, na qual muitos sabem como ler e livros se encontram disponíveis, o mandato bíblico é que você continue a ler aquilo que lhe abrirá, mais e mais, as Escrituras e que continue a orar por escritores saturados com a Bíblia. Existem importantes livros antigos para lermos, mas cada nova geração necessita de seus próprios escritores para tornar a mensagem nova. Leia e ore. Depois, obedeça.
Extraído do livro: Uma Vida Voltada para Deus, de John Piper.
Copyright: © Editora FIEL
Fonte: http://www.voltemosaoevangelho.com/
sábado, 23 de outubro de 2010
Discussões e Debates Bíblicos
Não que isso, muitas vezes, não seja verdade, mas me incomoda é que muitos desses jovens cristãos escutam esse conselho e perdem o gosto pela discussão bíblica e a sua intepretação. Dessa maneira ficam treinados a crer somente na interpretação bíblica de outrem. Novamente, o erro não está em crer que outras pessoas são usadas por Deus para levar a Palavra Dele, mas isso se torna errado a partir do momento que coloca a pessoa em um estado de conforto e ela não se torna um desses usados por Deus para levar a Palavra. Fica dormente em seu crescimento espiritual, nunca se tornando maduro.
É preciso tomar extremo cuidado, embora, para não se cair nas vãs discussões que Paulo fala (Tt 3:9 ; 1 Tm 1:6-7), ou ainda, enveredar pelos caminhos da sabedoria humana, a qual só levará ao pecado e a uma falsa sensação de sabedoria (Tg 3:15 ; 1 Co 2:5 ; 2:14). Discussões e debates bíblicos devem ser regados de muita oração e entrega ao Senhor, ter um profundo desejo de conhecer a Deus em seu coração e ter sempre perto um líder, alguém mais velho e mais experiente, para ajudar a conduzir a conversa. É preciso conhecer o Deus em quem cremos, não com uma fé cega, mas com a coerência de Sua Palavra e discernimento dado pelo Espírito Santo.
Jesus nos ordenou a amar a Deus "de todo nosso coração, toda nossa alma e de todo nosso entendimento, e de todas as nossas forças" (Mc 12:30). Perceba que Jesus inclui nosso entendimento, nossa inteligência. Deus não se contradiz, logo, Sua Palavra não pode ser contraditória para nós, e se é, devemos buscar iluminação do Espírito Santo, para que assim possamos entender. Deus disse através do profeta Oséias: "O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento..." (Os 4:6). Faltou conhecimento de Deus no povo de Israel, não o conheciam mais. É melhor conhecer uma linha de produção como um todo do que conhecer somente o produto final, para que assim, se alguém perguntar como tal peça foi parar ali ou qual a função de tal aparelho, possamos responder de acordo com o conhecimento da montagem. Assim também se dá com as discussões bíblicas que produzem maior conhecimento de Deus e da Palavra. É mais edificante participar delas e chegar a uma conclusão, guiado pelo Espírito Santo, do que receber a conclusão pronta. Não que este segunda não seja abençoador, mas o é em menor grau.
Assim, responderemos àqueles que indaga a razão de nossa esperança (1 Pe 3:15-16), não baseado em "achismos", mas em conceitos da Palavra de Deus. Discussões e debates bíblicos levam a um maior conhecimento da Palavra de Deus e do próprio Deus, levam também ao reconhecimento de heresias, doutrinas que não são bíblicas. Precisamos esmiuçar a Palavra, destrinchá-la, buscar conhecer cada centímetro dela. Para assim conhecermos o Deus da Palavra e sermos santificados (Jo 5:39 ; 17:17). "E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (Jo 17:3). Conhecendo a Deus aqui na terra, nos preparamos para a vida eterna.
Mas o maior cuidado que se deve ter ao entrar no campo das discussões é a divagação. A fé sem obras é morta (Tg 2:26), pode uma fé morta salvar alguém? O conhecimento meramente teórico desprovido de prática irá te levar para o inferno, pois aquele que diz que ama a Deus, mas não ama seu irmão, é mentiroso (1 Jo 4:20). As divagações são capazes de nos tornar fariseus, meros mestres da lei, que louvam a Deus com a boca, mas o coração está longe Dele (Mt 15:8), sepulcros caiados (Mt 23:27). Está deve ser a nossa oração: "Oh Deus, não permita que fiquemos no pensar, mas constrange-nos ao agir." Só assim as discussões e debates serão proveitosos, quando sairmos deles constrangidos pelo Espírito Santo a sair e pregar as Boas Novas, a amar o próximo, a buscar a Deus com mais afinco. Se isso não acontecer, é melhor que fiquemos calados.
Precisamos estar preparados, não devemos nos firma em achismos, mas buscar a verdade na Palavra (1 Co 2:5). Existem no mundo muitos lobos em pele de ovelha pregando um dito evangelho que tem enganado a muitos. Precisamos conhecer a Palavra para saber discerní-los e não aceitar seus ensinamentos. De igual modo, precisamos estar abertos para que confrontações vinda do Senhor achem solo fértil em nossos corações.
A discussão e o debate bíblico feitos de maneira adequada e com os desejos corretos no coração levam ao conhecimento da Palavra, e a oraçao clamando por misericórdia leva ao constrangimento, que leva à ação. Isso é fome e sede de Deus, não deve ser inibido, mas incentivado e monitorado com cautela, para que, através disso, Deus seja glorificado e possamos crescer em amor e maturidade afim de atingir a medida da estatura de Cristo (Ef 4:13) e sermos um com o Pai (Jo 17:21).
"Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas, mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me entender e me conhecer, que eu sou o SENHOR, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR."
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Ser Discípulo
Mateus 4: 18-20 “Andando à beira do mar da Galiléia, Jesus viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André. Eles estavam lançando redes ao mar, pois eram pescadores. E disse Jesus: "Sigam-me, e eu os farei pescadores de homens. No mesmo instante eles deixaram as suas redes e o seguiram.”O ponto de destaque não está no chamado de Jesus, porque Ele morreu para que todos um dia pudessem ser chamados a serem seus discípulos também. Se até hoje você tinha dúvida em relação a isso, hoje tenha certeza! Jesus também está te chamando para que você seja um verdadeiro discípulo d’Ele. Mas o ponto a ser destacado está na atitude dos discípulos, como o texto diz “No mesmo instante eles deixaram as suas redes e seguiram”. Para um pescador que é o caso desses homens, suas redes e barcos são o que eles tinham de mais importante, é dali que eles tiravam o seu sustento, sua sobrevivência. E eles não pensaram duas vezes, no mesmo instante largaram ali no chão sua sobrevivência para poder seguir a Jesus, isso é a verdadeira atitude de um discípulo em relação ao seu mestre. Quantos de nós poderíamos dizer que no dia-a-dia, que é onde Simão Pedro e André estavam, no seu dia-a-dia, trabalhando tirando sua sobrevivência. De fato com um coração sincero diante de Deus, porque Ele enxerga o que ninguém vê, nós abrimos mão daquilo que é de mais importante para nós, para pode continuar seguindo a Jesus diariamente? Jesus prometeu a eles que eles seriam pescadores de homens, mas se você não entender o sacrifício de Jesus e amá-lo com todo seu coração, você não irá conseguir amar as pessoas (os homens do texto) portando essa promessa de Jesus não lhe fará menor sentido. Para seguir a Jesus tem que abrir mão daquilo que nos dá “sobrevivência”, e nós só iremos conseguir compreender isso de fato, quando percebermos que na verdade é só por causa d’Ele que nós podemos viver hoje, que foi Ele com o seu sacrifício que nos deu a oportunidade de poder sobreviver pela eternidade!
Segundo ponto a ser compreendido para podermos ser discípulos de Jesus, está na mesma linha do primeiro. Deus nos criou para compartilhar do seu amor conosco através de um relacionamento profundo com Ele, com um Deus que se pode enxergar e não só ouvir falar d’Ele (Jó 42: 5). Portanto só podemos nos achegar a Ele, buscando o que é d’Ele, o que está n’Ele, e o que provem d’Ele. E é por isso que a Bíblia tanto fala “negue-se a si mesmo”, “despir-se do velho homem”. Pois quando Deus fala isso, Ele está dizendo, tudo o que vocês são, e tudo o que o coração de homem de vocês busca está longe de quem eu sou, portanto abram mão de vocês mesmo, pois só assim poderão se achegar até mim! Mateus 5: 8 diz: “Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus.”; E para ser puro de coração e ver a Deus, precisamos viver o texto chave desse estudo:
Lucas 14: 33 “Da mesma forma, qualquer de vocês que não renunciar a tudo o que possui não pode ser meu discípulo.”
Que diz em palavras o que precisamos fazer para podermos ser discípulos de Jesus. O caminho é estreito e poucos passarão por ele. Mas eu digo que com certeza vale muito mais que a pena, vale a vida eterna, e não porque um dia me falaram isso, mas digo isso de coração, pois hoje meus olhos enxergam esse Jesus andando junto comigo pelo caminho estreito, pois o caminho que Jesus andou por nós, foi tão estreito, mas tão estreito que homem nenhum poderia passar por ele, mas apenas Ele conseguiu! O Justo e Justificador, aquele que estava na criação, mas também bebeu do cálice da ira de Deus por amor de nós, e deixou-se crucificar, para que hoje meus olhos pudessem enxergá-lo e entendendo isso, e seguindo seu exemplo eu abrisse mão de tudo o que sou e tenho, para poder ser seu discípulo e segui-lo! E à medida que vou conhecendo Ele, que meus ouvidos ouvem a sua voz, que meu coração se quebranta perante sua presença, e meus olhos o contemplam, eu vou conhecendo Ele melhor, e assim fazendo jus a minha criação, um verdadeiro relacionamento de amor com Ele, pois Deus é amor! Um relacionamento de Senhor e servo, de Pai e filho, de Mestre e discípulo!
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
5 Distorções Atuais do Evangelho
5 Distorções Atuais do Evangelho
1) O Evangelho Bolo de Caixinha: Se você deixa de fora os ingredientes principais, nossas almas nunca se “elevarão” a Deus. Não precisamos da mensagem reduzida a alguns elementos irreduzíveis, precisamos do Evangelho completo. Você não espera que seu carro ande sem todas as peças. Você não espera que seu corpo funcione sem todos os órgãos funcionando adequadamente. Você não espera que um bolo fique gostoso se ele é feito e misturado sem os ingredientes certos. O evangelho sem arrependimento não é o Evangelho. Atos 18.26: Logo [Apolo] começou a falar corajosamente na sinagoga. Quando Priscila e Áqüila o ouviram, convidaram-no para ir à sua casa e lhe explicaram com mais exatidão o caminho de Deus.
2) O Evangelho Cultural: Esqueça o vendedor pós-moderno e vá ao coração da necessidade humana que nunca muda. Entender a “cultura” é muito menos importante que saber o que a Bíblia diz sobre todo coração humano separado de Deus. Nós não precisamos do habilidoso pessoal de vendas distribuindo o Evangelho. Precisamos de mensageiros corajosos, cheios do Espírito, com um coração repleto de compaixão pelos perdidos. O evangelho sem a verdade autoritativa/obrigatória não é o Evangelho. Atos 17.30: No passado Deus não levou em conta essa ignorância, mas agora ordena que todos, em todo lugar, se arrependam.
3) O Evangelho Legal: Jesus transcende as tendências da moda. O Jesus do marketing é ineficaz e medíocre. Não precisamos “embelezar” a mensagem, precisamos anunciá-la. Precisamos parar de redesenhar Jesus em algum esforço equivocado de fazê-lo mais atraente. Jesus não precisa ser mais parecido conosco; nós precisamos ser mais parecidos com Ele. O evangelho enrolado num pacote estiloso não é o Evangelho. Apocalipse 3.17: “Você diz: ‘Estou rico, adquiri riquezas e não preciso de nada’. Não reconhece, porém, que é miserável, digno de compaixão, pobre, cego, e que está nu”.
4) O Evangelho Carnal: O que Jesus pode fazer por mim: saúde, prosperidade, alegria sempre, dor nunca? Jesus resolve essas questões, mas não da maneira que poderíamos pensar. Ele mudará o que você quer muito mais do que o que você tem. O evangelho egoísta que promete coisas que Jesus não promete é uma mentira e está sentenciando os perdidos que o ouvem a uma surpresa chocante na eternidade. O evangelho do “primeiro eu, depois Jesus” não é o Evangelho. Marcos 8.35: “Pois quem quiser salvar a sua vida, a perderá; mas quem perder a sua vida por minha causa e pelo evangelho, a salvará.”
5) O Evangelho Cuidadoso: Não vamos irritar ninguém, apenas deixe-os confortáveis e retornando; haverá muito tempo para as pessoas perceberem. O evangelho do “traga-os à igreja, e na hora tudo virá junto enquanto não os ofendermos” é um evangelho perigoso. Boas intenções não são bastante. O evangelho sem urgência não é o Evangelho. 2 Coríntios 6.2: Digo-lhes que agora é “O TEMPO FAVORÁVEL”, agora é “O DIA DA SALVAÇÃO”!Você entende as implicações de um evangelho distorcido? Que horror imaginar que muitas pessoas pensam que estão prontas para encontrar-se com Deus, apenas para descobrir que nunca estiveram porque criam em um evangelho distorcido. Mateus 7 prediz uma cena assim de surpresa chocante. Mateus 7.22-23: “Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?’ Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. AFASTEM-SE DE MIM VOCÊS, QUE PRATICAM O MAL!”.
Eu Quero o Evangelho Completo: Cada grama da verdade; dê-me exatamente como está na Bíblia.
Eu quero o evangelho completo: Não dilua a água da vida – não satisfará minha alma sedenta.
Eu quero o evangelho completo: Acenda a luz de Jesus Cristo e não cubra meus olhos – eu preciso de cada raio de Sua radiante glória para dispesar as trevas em mim.
Eu quero o evangelho completo: Não feche a porta, ou posso não adentrar.
Eu quero o evangelho completo: Preciso de um mapa para o caminho estreito, pois poucos o encontram.
Eu quero o evangelho completo:Porque sou completamente perdido, o veredito de Deus é completamente justo, e minha condenação é completamente certa.Meu coração é completamente depravado e meu pecado é completamente meu.
Meus esforços são completamente fúteis e minhas tentativas de fuga completamente sem esperança. Preciso de um Salvador completo, cujos sofrimentos completos satisfazem completamente um santo Deus. Por favor, não apare as bordas. Está ordenado ao homem morrer uma vez e devo ter certeza que recebi certo.
Eu tenho que ter o evangelho completo – dê a mim certo. Nada mais servirá!Sim… Deus nos ajude, vamos dar o Evangelho completo. "
Originalmente escrito por: James MacDonald
traduzido por: Josaías Jr
Texto retirado de: http://iprodigo.com/
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Suponha que um ímpio vá para o céu
"Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor"
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Leve e Momentânea Tribulação
domingo, 3 de outubro de 2010
Trip Lee ft. Leah Smith - Limitations
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Conheçer a Deus by Paul Washer
Você diz: "Mas eu amo a Deus desde que eu era pequeno." Não, você amou uma imagem de Deus que você criou com sua própria mente e você amou aquilo que criou, mas se alguém viesse a você e lhe apontasse o Deus da Palavra, você diria: "Eu nunca poderia amar um Deus como esse." Por tantas vezes eu vou às pessoas e elas me dizem: "Eu tenho amado a Deus toda a minha vida." E eu digo: "Posso me sentar com você por meia hora e só explicar pela Palavra algumas crenças históricas e cristãs sobre Deus?". Depois de meia hora, um bom membro de igreja diria: "Este não é o meu Deus." e eu tenho que dizer: "Claro que não é, mas é o Deus das Escrituras.”
Para conhecê-Lo, tudo é sobre isto. Essa é a vida eterna. E a vida eterna não começa quando você passa através dos portais da glória. A vida eterna começa com a conversão. A vida eterna consiste em conhecê-Lo. Você sinceramente acha que você vai estar emocionado em se balançar em portões de pérolas e caminhar em ruas de ouro por toda uma eternidade? A razão por que você não vai perder a cabeça na eternidade, é isso: Há Um ali que é infinito em glória e você irá passar uma eternidade de eternidades buscando-O e você nunca vai ter seus braços sequer nos pés de montanha dEle.
Comece agora. Tantas coisas diferentes que vocês querem saber e fazer, e todos os livros. Pegue um livro sobre Deus, uma Bíblia, e estude-a para conhecê-Lo, para conhecê-Lo.
Por Paul Washer. © HeartCry Missionary Society Inc.
Website: heartcrymissionary.com
Tradução e adaptação: voltemosaoevangelho.com
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Cruz nas Costas
O objetivo de criar esse blog, é glorificar a Jesus Cristo e honrá-lo por todas essas manifestações de amor! A palavra de Deus fala "que de glória em glória nós somos transformados" então atráves da glória infinita da cruz de Jesus e sua ressureição nós queremos ser transformados, e assim entender que como homens de Deus, temos um cruz para carregar também. Sendo que um discípulo segue os passos do mestre e busca ser igual a ele e fazer o que ele faz, e com Jesus não é diferente, portanto, no texto de Lucas 9: 23-25
"E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me. Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará. Porque, que aproveita ao homem ganhar o mundo todo, perder-se ou prejudicar a si mesmo?".
Portanto se você quer ser discípulo de Jesus entenda que você precisa de uma CRUZ NAS COSTAS;
Lucas 14: 27
"E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo."!